vida após o transplante

Após tratar uma leucemia diagnosticada em 2015, Miriam Haidamus se prepara para participar dos Jogos Mundiais dos Transplantados

Depois de sentir fortes dores de estômago e procurar um pronto-socorro, a servidora pública Miriam Haidamus foi diagnosticada com leucemia. Mesmo após acabar o tratamento e entrar em remissão, a doença voltou e ela descobriu que precisava fazer um transplante de medúla óssea.

Miriam foi encaminhada para o A.C.Camargo Cancer Center, onde começaram as buscas por um doador 100% compatível. “Como não consegui ninguém, os médicos acharam que seria uma boa solução fazer o transplante com o meu irmão, que era 50% compatível. Foi uma união maior ainda da família ao saber que eu tinha ao meu lado alguém que pôde me dar a vida de novo”, conta.

Como sempre foi muito ativa e gostava de corrida de rua, Miriam resolveu buscar atividades físicas que poderia fazer assim que teve a liberação dos médicos. Descobriu os Jogos Mundiais dos Transplantados e decidiu praticar triatlo. Até o fim do ano, deve participar da sua primeira prova e, em 2020, já planeja concorrer na competição mundial.

Conheça a história de Miriam no vídeo abaixo.

Miriam resolveu buscar atividades físicas que poderia fazer assim que teve a liberação dos médicos





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